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quinta-feira, 6 de março de 2014

Estreias Estrondosas



Existem grandes nomes do cinema que, antes de alcançar o patamar da fama e do prestígio, amargaram papéis secundários de pouca (ou nenhuma) expressão, ou se envolveram em filmes quase vergonhosos. Eu poderia fazer uma lista dos malfadados e citar algumas curiosidades que ocorreram com esses artistas. Alguns, por pouco, foram para o limbo com seus debuts funestos. 


Mas eu não quero falar sobre nada disso. Vou comentar alguns casos de atores que estrearam com o pé direito e que, já no início da carreira, sentiram o prazer da aceitação do público e da crítica especializada, tornando-se nomes referendados para outras produções. Indicação, teste, empreendimento próprio, escolha por parentesco... Não importa. O legal é ter o gosto do sucesso logo de cara. 


Edward Norton caprichou na preparação física e no intenso jogo de olhares na sua primeira chance no cinema. Ao lado de astros como Richard Gere e Frances McDormand, o garoto frágil (que escondia bem seus 27 anos) não se intimidou diante do complexo papel que lhe foi destinado, dando seu recado em As Duas Faces de Um Crime (Primal Fear, 1996). Nascia, ali, um astro.  Resultado: o ator foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e, a partir de então, ele vem colecionando uma sucessão de grandes trabalhos no cinema.


Com apenas 28 aninhos, a bela Julie Andrews deu o ar da graça em Mary Poppins (idem, 1964) e deixou sua marca indelével de mocinha virtuosa e bem-humorada no cinema. Em seus trabalhos seguintes, ela seguiu a mesma linha e estrelou grandes sucessos. Após alguns anos, a atriz procurou diversificar seus trabalhos, mas não conseguiu tirar a associação de seu nome aos filmes destinados a crianças ou aos adeptos a filmes água com áçucar.


Alguém acredita que a excepcional Sigourney Weaver teve em Alien: O Oitavo Passageiro (Alien, 1979) a sua primeira composição de personagem para o cinema?  Antes, ela teve uma aparição relâmpago numa produção de 1977 (nem vale a pena falar de 15 segundos de cena, não é mesmo?), mas seu primeiro trabalho foi mesmo foi no arrasa quarteirão dirigido por Ridley Scott. Difícil imaginar que, quando vemos imagens do iconográfico filme, estamos diante de, até então, uma ilustre desconhecida. Sorte nossa que essa grande mulher (sem trocadilho por causa de seu 1,80 de altura) manteve uma carreira sólida, quase sempre marcada por indicações, prêmios e grandes interpretações.


Que loirinha linda e sexy! Foi o que muitos exclamaram ao ver garota elétrica e de pernas bem torneadas, que dançava como ninguém no divertido O Máskara (The Mask, 1994). Com um nome estranho e uma beleza exótica (seu pai é cubano e sua mãe tem ascendência alemã), a garota, somente com esse primeiro trabalho no cinema, já ganhou uma legião de fãs e, hoje, é uma das estrelas mais bem pagas de Hollywood.

Outros nomes vocês conferem no bom vídeo abaixo:



Mais?
http://watchmojo.com/video/id/12033/

sábado, 22 de dezembro de 2012

10 Vezes Johnny Deep


                                    
  • A Hora do Pesadelo - A Nightmare on Elm Street (1984)
  • Edward Mãos de Tesoura - Edward Scissorhands (1990)
  • Ed Wood - Idem (1994)
  • Medo e Delírio - Fear and Loathing in Las Vegas (1998)
  • A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça - Sleepy Hollow (1999)
  • Piratas do Caribe: A Maldição da Pérola Negra - Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl (2003)
  • A Fantástica Fábrica de Chocolate - Charlie and the Chocolate Factory (2005)
  • Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet - Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street (2007)
  • Alice no País das Maravilhas - Alice in Wonderland (2010)- The Mad Hatter
  • Sombras da Noite - Dark Shadows (2012) 

Ilustração: Jeff Victor

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Quem tem medo de Kathy Bates?


Na foto acima, após usar uma marreta para quebrar o pé do seu escritor favorito, a desequilibrada Anne Marie Wilkes (Kathy Bates) murmura de forma doce e poética: "Ah, meu Deus! Eu te amo tanto!", enquanto o homem urra de dor e agonia. Uma cena e tanto!

Lembro-me de que, no ano em que Kathy Bates recebeu o Oscar de Melhor Atriz, alguns filmes só entravam em cartaz no Brasil após a Cerimônia de Premiação. Acho que foi o caso de Louca Obsessão (Misery, 1990), pois algumas pessoas comentaram que não sabiam quem era aquela atriz que subiu ao palco para receber o prêmio. Quem conferiu o trabalho de Bates no filme em questão, um significativo exemplar de suspense dirigido por Rob Reiner, entendeu perfeitamente a razão de a atriz ter levado o prêmio. Seu desempenho foi impecável e, por conseguinte, o reconhecimento mais do que merecido. Vivendo um papel complexo, a ex-enfermeira Anne Marie Wilkes, a atriz soube apresentar os vários estados de humor de sua personagem (apatia, candura, felicidade, ferocidade, amargura etc.) com convicção e dosagens corretas, nunca incorrendo no exagero ou no estereótipo de psicopatas. A parceria com James Caan, de Licença para Amar até a Meia-Noite (Cinderella Liberty, 1973), foi muito bem sucedida, rendendo bons momentos de debates, "galanteios" e confrontos. Também no elenco desse ótimo filme, ainda que num papel pouco expressivo, temos a honra de poder (re)ver Lauren Bacall, de Teu nome é mulher (Designing Woman, 1957).

A história tem um enredo (aparentemente) simples: passando por uma cidadezinha isolada, que sofria uma nevasca, um escritor de sucesso sofre um acidente de carro e é socorrido por uma ex-enfermeira que o leva para sua casa, sabendo que poderia cuidar dos ferimentos da vítima. Quando ela descobre que está diante do autor dos livros que tem a personagem Misery (daí o título original do filme), a heroína preferida da solitária mulher, ela mal consegue conter sua alegria. O problema é quando ela lê alguns manuscritos e descobre que o autor iria encerrar a série com a morte da personagem. Então ela resolve fazê-lo prisioneiro a fim de que ele reescreva a história, logicamente de outro jeito. Inicia-se então o grande duelo de argumentos entre um inteligente escritor e sua fã ensandecida.
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Hoje, Bates tem grande projeção no cinema e vem acumulando excelentes trabalhos ininterruptamente. Um filme que tem seu nome nos créditos já ganha um ponto de credibilidade, pelo menos nas cenas em que a atriz aparece (lembram-se de Diabolique - idem, 1996?). Se quiserem conferir outra ótima atuação de Bates, assistam Eclipse Total (Dolores Claiborn, 1995), onde ela faz um bom dueto com Jennifer Jason-Leigh.

No sarcástico e amargo As Confissões de Schmidt (About Schmidt, 2002), a atriz surpreende como uma ex-hippie (se é que existe ex para isto) que assedia descaradamente o personagem de Jack Nickolson (que dá um show neste filme), incorrendo no absurdo de aparecer completamente nua. Ela realmente se adentra nas suas personagens...

Atualmente, assim como outros grandes nomes do cinema, a atriz tem trabalhado em seriados televisivos concomitantemente aos seus papéis no cinema.

Após uma participação agradável entre os anos de 2010 e 2011 na série The Office (2005-2012), Bates tem se dedicado com vigor ao seriado Harry's Law (2011-2012), no qual ela protagoniza uma advogada experiente que, após ser demitida, resolve abrir um escritório não muito convencional. Por este papel, a atriz foi indicada ao Emmy, na categoria de Melhor Atriz em Série Dramática.


sexta-feira, 11 de maio de 2012

Jean Dujardin

Surge um astro?
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Bom ator, debochado, bem humorado e careteiro.
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Premiado com o Oscar de Melhor Ator com o filme O Artista (The Artist, 2011), o ator francês demonstrou impecável simpatia em todas as cerimônias de promoção e de divulgação do filme, fazendo com que sua figura, até então desconhecida do grande público, despertasse interesse na comunidade cinematográfica.

Vindo de uma longa participação numa série de TV, entre 1996 e 2003, Jean Dujardin iniciou sua carreira no cinema há menos de 10 anos, quando ele já tinha trinta anos,  mas soube aproveitar todas as oportunidades, mesmo que em papéis pouco expressivos, chegando a essa consagração com vigor e muita disposição para encarar os novos desafios.

Espero realmente que ele se torne um próspero e equilibrado profissional da área, dispensando, quando possível, os cobiçados holofotes, algo que pode ser uma cilada para aqueles que visualizam o bom trabalho somente nos papéis de protagonistas e nos grandes sucesso de bilheteria. Afinal, muitos atores se consagraram em papéis de coadjuvantes, que também podem exaltar o verdadeiro potencial de um artista.

Não parece ser o objetivo de Dujardin. Então, que venham mais papéis interessantes para esse carismático francês.




segunda-feira, 9 de maio de 2011

Danica McKellar

A revista Maxim sempre traz uma modelo quente para suas capas, aproveitando-se dos ensaios fotográficos erótico-profissionais para revelar um pouco mais sobre a vida íntima das gostosas de plantão.

Sexy Simbols como  Megan Fox, Elisha Cuthbert, Kim Kardashian e Eva Mendes já foram clicadas e abusadas pelas sábias lentes da renomada revista.

Como a revista promete beleza e conteúdo, não é uma tarefa fácil arrancar conversas relevantes em todas as suas edições. Haja criatividade! 

Entre os acertos, eles foram bem no convite feito à queridinha Danica McKellar.
Se vocês não sabem quem é a garota pelo nome, eu revelo que se trata da atriz que interpretou uma das namoradinhas televisivas mais queridas da América.
Como a graciosa nerd Winnie Cooper, McKellar ganhou fama e um lugar na galeria de personagens inesquecíveis da TV, o que lhe rendeu também um estigma difícil de se tirar, visto que a garota não interpretou outro papel que a destacasse nos seus trabalhos seguintes.

Até hoje, as perguntas sobre sua longa participação no seriado Anos Incríveis (Wonder Years, 1988-1993) se tornam inevitáveis. Assim como ela, Fred Savage, que interpretava o protagonista Kevin Arnold,  e Josh Saviano, iniciaram o seriado ainda crianças e terminaram como adolescentes ávidos por descobrir os desejos da vida adulta.
  Fred Savage (como Kevin Arnold) e em foto recente

A seguir, uma transcrição da entrevista que a bonitinha concedeu à revista:


Diga, o que você achou de sair na Maxim?

Eu achei superdivertido. Ainda mais com estas fotos de aluna CDF, com ar sexy. Nunca tinha me imaginado deste jeito. 

O que fez uma atriz mirim se transformar em uma deusa da matemática?

Quando entrei na faculdade, eu tinha a intenção de estudar cinema. Mas, achei que meu cérebro estava muito preguiçoso e comecei a me dedicar às aulas de matemática. Foi aí que percebi que era boa em resolver equações. Acabei seguindo este caminho estranho...

Caminho estranho é a matemática?

Sim! Após a formatura, saiu um artigo falando sobre minha turma onde, eu era coautora da provação de um novo teorema. Depois disso fui incentivada a escrever vários livros. Resolvi fazer as meninas a não terem medo de matemática. Meu último livro foi o X Quente: Álgebra Exposta!. Isso é bem diferente de Anos Incríveis... Eu percebi que precisava me encontrar fora da série. As pessoas me chamavam de Winnie Cooper o tempo todo - algumas ainda chamam hoje - e eu achei que seria importante encontrar o que mais eu poderia oferecer. 

Matemática é sexy?

Totalmente! Se um cara é expert em alguma coisa, já o faz dele uma pessoa atraente. Isso é algo primitivo.
O que mais te excita?

Confiança em si mesmo, independentemente do sexo. Olhe para Michelle Pfeiffer: ela tem 50 anos e é uma pessoa totalmente autoconfiante. 

Todo mundo se lembra do primeiro beijo de Kevin e Winnie. Aquele foi seu primeiro beijo de verdade?

Sim, e tanto para mim quanto para ele. Eu tinha 12 anos e ele 11, o que foi apenas uma semana depois de nos conhecermos, o que é um pouco demais para duas crianças. Porém, nós nunca nos beijamos fora de cena. 

Você deve encontrar caras que te passam cantadas por causa do seu papel famoso...

Eu realmente tomo cuidado quando os caras chegam perto de mim por causa de Winnie Cooper, e tenho cautela para não cair nesta cantada.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Rosto de Menina...

... Lembranças Monstruosas!

Para quem não sabe, o filme O Exorcista (The Exorcist, 1973) conta a história da possessão demoníaca de uma garota de 12 anos por um demônio pazuzu. Sem entender o motivo da mudança de comportamento da filha e após tê-la submetido a vários exames médicos, a mãe da garota (Ellen Burstyn) recorre a um padre jesuíta (Jason Miller) que, cético e emocionalmente instável, busca ajuda no crente e forte Padre Merrin (Max von Sydow). O roteiro do filme foi baseado no livro de William  Peter Blatty, que, por sua vez, teve inspiração em um exorcismo real de um garoto de 14 anos de idade documentado em 1949.

Que o filme O Exorcista se tornou um clássico, a grande maioria do público concorda, afinal, foi um dos raros filmes de terror a entrar para a seleta lista da Academy Awards, conseguindo o trunfo de receber 10 indicações para o Oscar, incluindo o de melhor filme, e vencendo nas categorias de melhor roteiro adaptado e melhor som.

Porém, dizer que o filme foi um grande negócio para seus participantes, já não é tão certo assim. O promissor diretor William Friedkin, que já havia dirigido o cult Operação França (The French Connection, 1971), flertou com o estrelato, mas não conseguiu manter o prestígio. Depois de dirigir filmes medianos na década de 80, o diretor passou a errar a mão e não se encontrou nos seus trabalhos seguintes.

Ellen Burstyn e Max Von Sidow são casos à parte. Eles permaneceram firmes e respeitados em seus trabalhos pelo fato de já terem uma carreira sólida e reconhecida pela indústria cinematográfica antes mesmo de atuarem nesse filme assustador. Tanto que partes do roteiro tiveram de ser alterados a pedido de Burstyn, para que ela aceitasse o papel.
O ótimo Jason Miller (Padre Karras) e Linda Blair (a garota Regan), embora tenham ganhado projeção no mundo cinematográfico, não conseguiram mais fazer papéis que lhes dessem crédito e reconhecimento artístico.
Após ficar com o papel que foi indicado para várias atrizes mirins e mais famosas, Blair viveu um momento sem igual. Virou uma estrela e teve grande parte de sua infância tomada pelos holofotes, pela participação em programas de televisão, por reportagens de revista e muitos encontros e seminários.

Com apenas 12 anos de idade, ela não pode assistir no cinema o próprio filme que lhe deu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, mas ela sabia bem do resultado. Apesar de ter sido substituída por uma dublê nas cenas de maior impacto físico (quem se lembra da cena do crucifixo, sabe bem que não seria correto submeter uma menina àquela situação), assim como de ter sido dublada pela atriz Mercedes McCambridge quando possuída pelo demônio, o mérito pelo sucesso da personagem foi mesmo de Linda Blair, visto que a  garota trabalhou bem o processo de composição da complexa Regan, convencendo-nos de sua pureza e inocência ao início do filme e de sua intenção malévola no decorrer da possessão.
Depois de uns poucos papéis medianamente interessantes, a atriz começou a fazer filmes muito ruins, entre continuações de mal gosto e produções de terror padrão B.

Ela continuou a carreira, mas assumiu que havia perdido sua chance de se consagrar em Hollywood, tanto que aceitou fazer a paródia  A Repossuída (Repossessed, 1990), uma comédia que debochava do filme que a lançou, assim como de seu destino infeliz após o fim do sucesso.

A garotinha de rosto redondo viria também a fazer pontas especiais em filmes famosos que zombavam do terror, como Pânico (Scream, 1996), e a atuar em projetos curiosos, como o The Blair Bitch Project (1999), uma sátira divertida, cujo título fazia um trocadilho infame com o grande sucesso The Blair Witch Project, 1999 (A Bruxa de Blair).
De tudo isso, fica o reconhecimento de que Linda Blair realmente teve um desempenho memorável no seu melhor papel no cinema, bem como de que a atriz, madura e consciente, soube aceitar o seu destino não muito feliz e debochar de si mesma.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Megan Fox

Linda, esperta e sem talento...
Está aí uma atriz de rosto lindo e corpo perfeito que parecia não ir muito além disso. Algumas garotas fenomenais, que entraram no cinema como Fox, viram suas carreiras se esvaírem com o tempo, como a preciosa Kelly Le Brock e a exuberante Bo Derek, grandes simbolos sexuais dos anos 80.Muito provavelmente, Fox terá uma sorte melhor, visto que a modelo/atriz tem se mostrado vivaz em suas entrevistas, não se importando com o fato de ter conseguido um bom papel por conta de sua beleza e de estar prosperando no cinema graças à sua capacidade de saber brincar com a própria imagem.
Megan Fox, a estudante sexy e devoradora de "Garota Infernal" (Jennifer's Body, 2009)

Em entrevista concedida a um programa de TV, Megan Fox citou a elogiada atriz Scarlett Johansson, num comentário, no mínimo, curioso:

"Não quero ser que nem Scarlett Johansson, apesar de não ter nada contra ela. Mas eu não quero ter que ir a talk shows e mostrar minhas notas no vestibular (...) Odeio ter que provar o tempo todo que não sou retardada (...)".

O diretor Michael Bay criticou a mocinha ao saber de sua declaração a uma revista em que ela admite não ter precisado interpretar para compor sua personagem nos filmes Transformers (2007) e Transformers A Vingança dos Derrotados (Transformers: Revenge of the Fallen, 2009), alegando que o segundo longa da franquia não era um filme sobre atuações.

O diretor classificou as informações de Fox como ridículas e ingratas, dizendo ainda que falta maturidade para a bonitinha.

Michael Bay citou vários atores que iniciaram suas carreiras em filmes dirigidos por ele e que hoje são profissionais renomados ou astros do cinema.

Debates à parte, o diretor sabia que não poderia abrir mão da presença de Megan Fox na segunda parte de Transformers, o público não aceitaria a ausência da lindíssima morena de olhos azuis e lábios vermelhos sedentos por um beijo, capazes até de colocar o bocão de Angelina Jolie no chinelo.

Mas, em se tratando da parte 3, após a mocinha ter comparado o diretor a Hitler, a Paramount Pictures informou em comunicado que não pretende ter a atriz no próximo Transformers. Segundo a revista "Variety", a ausência da atriz não tem relação com seus problemas com o diretor, e sim com a série de mudanças que a produtora pretende fazer no filme. Azar o deles...

O mundo merecia ter somente atrizes talentosas, mas vocês acham possível dispensar a aparição dessa gostosinha? :-)