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segunda-feira, 17 de março de 2014
domingo, 15 de setembro de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
domingo, 9 de setembro de 2012
Aquela frase que ficou...
Aqui está Johnny!
(Jack Nicholson, em O Iluminado - The Shining, 1980)
Eu voltarei.
(Arnold Schwarzenegger, em O Exterminador do Futuro - The Terminator, 1984)
Eu vejo pessoas mortas.
(Haley Joel Osment, em O Sexto Sentido - The Sixth Sense, 1999)
Minha preciosa.
Andy Serkis (Trilogia de O Senhor dos Anéis - The Lord of The Rings, 2001, 2002, 2003)
Por que tão sério?
(Heath Ledger em Batman, O Caveleiro das Trevas - The Dark Knight, 2008)
quinta-feira, 31 de março de 2011
terça-feira, 8 de junho de 2010
Os tempos mudaram...
E as falas dos diretores também.
"Esqueça a multidão e concentre-se nas ações de sua personagem"
"Esqueça a multidão e concentre-se nas ações de sua personagem"Do diretor de cinema Blake Edwards para a bonitinha (e geniosa) Audrey Hepburn, orientando-a na famosa cena do filme "Bonequinha de Luxo" (Breakfast at Tiffany's , USA, 1961), no momento em que a atriz era filmada em frente à renomada Tiffany's em meio a centenas de pessoas.
"Esqueça o vazio e tenha em mente que milhares de criaturas serão digitalizadas e estarão nesta cena com você"
Do diretor Stephen Sommers para o ator Brendan Fraser, durante a gravação do filme "A Múmia" (The Mummy, USA, 1999), no momento em que o ator era filmado sozinho nos estúdios da produtora.
"Esqueça o vazio e tenha em mente que milhares de criaturas serão digitalizadas e estarão nesta cena com você"Do diretor Stephen Sommers para o ator Brendan Fraser, durante a gravação do filme "A Múmia" (The Mummy, USA, 1999), no momento em que o ator era filmado sozinho nos estúdios da produtora.
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Gilvan
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Can You Read My Mind?
Dois grandes atores numa cena inesquecível...
Richard Donner, o diretor do filme Superman – The Movie (1978), declarou que, ao final do teste de Christopher Reeve para o personagem-título, ficou impressionado com o carisma, a destreza e o talento incomparável do ator. A cena do teste foi a da entrevista que o Super concedeu à determinada repórter na cobertura de seu apartamento. Nessa oportunidade, a leitura da personagem Lois Lane foi feita por Holly Palance (filha do bom e velho Jack), aquela que apresentava uma parte do famoso programa "Ripley's Believe It or Not" (Acredite Se Quiser, no Brasil). Vindo do teatro e tendo pouca experiência no cinema [Reeve só havia feito "Alerta Vermelho - Netuno Fundo" (Gray Lady Down, USA, 1977)] e muito magro para interpretar o herói, ainda assim, eles resolveram apostar no cara. E acertaram em cheio! O problema físico (o único) foi resolvido com uma série intensiva de exercícios orientados pelo campeão de halterofilismo David Prowse, o que fez o ator ganhar quase 14 quilos de massa muscular.
Nos extras do DVD do citado filme, há os comentários de Donner sobre a escalação da Margot Kidder para interpretar a Lois Lane. Ele informou que, depois de testar inúmeras atrizes, ficou entre a eficiente Stockard Channing (a indicada ao Oscar por "Seis Graus de Separação," atriz de destaque em "Grease" e "3 Needles", e estrela da série de TV ‘The Stockard Channing Show’) e a “adorável” e “elegante” Margot, adjetivos usados pelo Diretor. Segundo ele, durante o teste da atriz, o set ficou repleto de energia, tal a força e determinação de Kidder, o que o levou a pedir que ela se calasse, pois ele mal conseguia raciocinar diante de tanto entusiasmo. Margot havia chamado a atenção do público e da crítica com sua ótima atuação no denso e tenebroso "Irmãs Diabólicas" (Sisters, USA,1973), do sempre notável diretor Brian De Palma, onde ela contracenou com Jennifer Salt. Donner nunca se arrependeu das escolhas e se orgulhou muito com o resultado da atuação de Christopher e de Margot.
Richard Donner, o diretor do filme Superman – The Movie (1978), declarou que, ao final do teste de Christopher Reeve para o personagem-título, ficou impressionado com o carisma, a destreza e o talento incomparável do ator. A cena do teste foi a da entrevista que o Super concedeu à determinada repórter na cobertura de seu apartamento. Nessa oportunidade, a leitura da personagem Lois Lane foi feita por Holly Palance (filha do bom e velho Jack), aquela que apresentava uma parte do famoso programa "Ripley's Believe It or Not" (Acredite Se Quiser, no Brasil). Vindo do teatro e tendo pouca experiência no cinema [Reeve só havia feito "Alerta Vermelho - Netuno Fundo" (Gray Lady Down, USA, 1977)] e muito magro para interpretar o herói, ainda assim, eles resolveram apostar no cara. E acertaram em cheio! O problema físico (o único) foi resolvido com uma série intensiva de exercícios orientados pelo campeão de halterofilismo David Prowse, o que fez o ator ganhar quase 14 quilos de massa muscular.
Nos extras do DVD do citado filme, há os comentários de Donner sobre a escalação da Margot Kidder para interpretar a Lois Lane. Ele informou que, depois de testar inúmeras atrizes, ficou entre a eficiente Stockard Channing (a indicada ao Oscar por "Seis Graus de Separação," atriz de destaque em "Grease" e "3 Needles", e estrela da série de TV ‘The Stockard Channing Show’) e a “adorável” e “elegante” Margot, adjetivos usados pelo Diretor. Segundo ele, durante o teste da atriz, o set ficou repleto de energia, tal a força e determinação de Kidder, o que o levou a pedir que ela se calasse, pois ele mal conseguia raciocinar diante de tanto entusiasmo. Margot havia chamado a atenção do público e da crítica com sua ótima atuação no denso e tenebroso "Irmãs Diabólicas" (Sisters, USA,1973), do sempre notável diretor Brian De Palma, onde ela contracenou com Jennifer Salt. Donner nunca se arrependeu das escolhas e se orgulhou muito com o resultado da atuação de Christopher e de Margot.Parece mesmo que Richard Donner gostou tanto da performance e da química existente entre Reeve e Kidder que resolveu explorar ao máximo todos os momentos possíveis entre os dois atores. Se fosse hoje em dia, a sequência do primeiro voo de Lois ao lado do Super, depois que ela é salva na excelente cena da queda do helicóptero, teria sido mais curta.
O interessante da cena é que a tagarela e mandona Lois, para desespero das feministas, tornava-se uma mulher submissa, insegura e assustada diante daquele que, na visão dela, era um homem perfeito.
Confusa, ela não vê outra saída a não ser fazer, em pensamento, uma declaração de amor para o herói... Recitando "Can You Read My Mind", do cultuado músico John Williams, Margot tem a chance de participar de um grande momento da história do cinema. Ao lado de um ícone!
Cinema na linguagem mais pura da palavra!
O interessante da cena é que a tagarela e mandona Lois, para desespero das feministas, tornava-se uma mulher submissa, insegura e assustada diante daquele que, na visão dela, era um homem perfeito.
Confusa, ela não vê outra saída a não ser fazer, em pensamento, uma declaração de amor para o herói... Recitando "Can You Read My Mind", do cultuado músico John Williams, Margot tem a chance de participar de um grande momento da história do cinema. Ao lado de um ícone!
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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Pinky Dinky Doo
Há alguns anos, estive observando que meu sobrinho Álvaro gostava de assistir a um desenho animado que, naquela época, passava somente no Discovery Kids e, hoje, também é transmitido pela TV Cultura.

O que me chamou a atenção era que a animação parecia uns recortes de revistas manipulados em cima de uma fotografia do mundo real. Interessado em desvendar o que aquelas imagens tinham para despertar a atenção de uma criança de dois anos, resolvi acompanhar alguns episódios (parece pretexto para quem não quer admitir que assiste a desenhos infantis).
Tratava-se do educativo Pinky Dinky Doo, uma pequena preciosidade da TV que apresenta imagens coloridas e bem próximas daquelas que despertam o olhar de uma criança. O título é o nome da personagem central, uma garotinha muito esperta (um pouco convencida também) que, diante de qualquer tipo de problema, arruma uma história criativa para solucionar as questões, pelo menos para o universo infantil em que ela está inserida. E, por meio dessas histórias, ela desperta no irmãozinho de quatro anos, e no público que a assiste, uma maneira lúdica e agradável de se raciocinar.
Desenhando com giz dentro de sua caixa mágica, ela conta com a ajuda de seu porquinho da índia para narrar situações que servem para explicar certas palavras e propor jogos interativos.
Para quem não convive com crianças, o desenho animado parece uma grande bobagem, mas, se formos comparar o que são os problemas para a menina com as vicissitudes de nossas vidas, podemos até visualizar nossa visão infantil necessária para lidar com os fatos.
O desenho foi criado por Jim Jinkins, o mesmo do carismático Doug e do programa infantil Sesame Street (Vila Sésamo, aqui no Brasil), ou seja, a função cultural e educativa é a marca do desenho.
Pinky Dinky Doo me fez lembrar, em parte, das aventuras da Luluzinha, uma personagem de história em quadrinhos que criou uma marca ao dar nome àquelas reuniões só para mulheres, o famoso Clube da Luluzinha. Criada em 1935 por Marjorie Henderson Buell, essa pequenina feminista também tinha seus momentos de garota orientadora ao inventar histórias para Alvinho, garotinho traquina da turma, de forma a fazer com que o menino ficasse um pouco mais quieto.
Quando estiverem com vontade de revisitar o raciocínio interior e infantil que existe dentro de cada um de nós, tentem assistir às aventuras narradas pela Pinky Dinky Doo, ou comprem algum almanaque da Luluzinha. Boa oportunidade para conhecer a garota, o Alvinho, o Bolinha, a Glorinha, a Aninha, o Raposo, o Plínio e todos os outros componentes de uma turma divertida ao extremo.
Pinky Dinky Doo me fez lembrar, em parte, das aventuras da Luluzinha, uma personagem de história em quadrinhos que criou uma marca ao dar nome àquelas reuniões só para mulheres, o famoso Clube da Luluzinha. Criada em 1935 por Marjorie Henderson Buell, essa pequenina feminista também tinha seus momentos de garota orientadora ao inventar histórias para Alvinho, garotinho traquina da turma, de forma a fazer com que o menino ficasse um pouco mais quieto.
Quando estiverem com vontade de revisitar o raciocínio interior e infantil que existe dentro de cada um de nós, tentem assistir às aventuras narradas pela Pinky Dinky Doo, ou comprem algum almanaque da Luluzinha. Boa oportunidade para conhecer a garota, o Alvinho, o Bolinha, a Glorinha, a Aninha, o Raposo, o Plínio e todos os outros componentes de uma turma divertida ao extremo.
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