domingo, 25 de setembro de 2011

Em 16-bit

O artista Andy Rash demonstra sua brilhante criatividade ao reproduzir famosos personagens de desenhos animados, seriados de TV e filmes de cinema, por meio de itens de limitada modelagem, tais como  lego, pontos de bordados, tachinhas e outros .


Em imagens com 16-bit (lembram-se do Atari?), Rash criou algumas ilustrações sensacionais.

Os Flinstones

Os Caça-Fantasmas

Perdidos no Espaço


Scooby-Doo


Star Wars



Os nomes dos 50 filmes

Segue abaixo a relação dos filmes referenciados na postagem Somente para Amantes do Cinema.

(Clique nas imagens para ampliar)


1. Gata em Telhado de Zinco Quente
26. Batman
2. Inferno na torre
27. Sete Noivas Para Sete Irmãos
3. Os Pássaros
28. A Dama e o Vagabundo
4. Star Wars
29. Garotos e Garotas
5. Bonequinha de Luxo
30. Toy Story
6. Um violinista no telhado
31. Dália Negra
7. O Piano
32. Laranja Mecânica
8. Ghost
33. Intriga Internacional
9. Rua 42
34. Gladiador
10. Jamaica Inn
35. Blade Runner
11. E o Vento Levou
36. Tubarão
12. A Última Sessão de Cinema
37. Shakespeare Apaixonado
13. Escola de Rock
38. Papai Noel às Avessas
14. Labaredas do Inferno
39. O Rei Leão
15. Carruagens de Fogo
40. American Pie
16. À meia luz
41. O Picolino ou Chapéu Alto
17. Os Cavaleiros do Asfalto
42. Happy Feet
18. A Fistful Of Dollars
43. Os Brutos Também Amam
19. Um Golpe de Mestre
44. Touro Indomável
20. Banzé no Oeste
45. Taxi Driver
21. Wall-e
46. A Águia Pousou
22. Os Trinta e Nove Degraus
47. A malvada
23. Dança com Lobos
48. Loucuras de verão
24. A primeira noite de um homem
49. A Rainha
25. Cantando na Chuva
50. Edward Mãos-de-Tesoura

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Parecem reais




 
As esculturas do artista britânico Jamie Salmon e da coreana Jackie K. Seo são mesmo impressionantes pelo cuidado nos detalhes e pelo tamanho de cada obra.
O realismo chega a ser tanto que, em algumas fotos, temos a impressão de que se trata de uma imagem tão somente tratada no photoshop.






segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Os Inocentes





Numa breve pesquisa no IMDb, pude constatar que, assim como este “Os Inocentes” (The Innocents, UK, 1961), existem várias produções para o cinema e para a TV que se basearam no livro "A Volta do Parafuso" (The turn off the screw, 1898), do escritor norte-americano Henry James.

Esse mesmo livro também serviu de inspiração para "Os que chegam com a noite" (The Nightcomers, 1972), dirigido por Michael Winner e protagonizado pelo astro Marlon Brando. Ao contrário de Os Inocentes, o filme com Brandon abusou da sensualidade no romance agressivo entre um jardineiro e uma professora que trabalhavam nas dependências de uma requintada mansão vitoriana. Apesar da ousadia, o resultado do filme não ficou bom, tanto que está na lista dos fracassos na quase perfeita carreira do ator.

Quanto a uma certa refilmagem intitulada "Estranhas Presenças" (Presence Of Mind, 1999), esqueçam! Apesar das ilustres presenças, ainda que em papéis irrisórios, de Harvey Keitel e de Jude Law, além da participação da sempre estrela Lauren Bacall, o filme é de uma absurda falta de inspiração, prejudicado ainda mais pela protagonista insossa Sadie Frost.


Um outro exemplar que se baseou no romance foi o irregular Num Lugar Escuro (In a Dark Place, 2006). Desta vez, o papel da governanta coube à interessante (e cada vez mais apagada) Leelee Sobieski.

Sem dúvida alguma, “Os Inocentes” (The Innocents, UK, 1961) é o melhor exemplar das várias transposições do romance para tela.



Na foto acima, a estrela Deborah Kerr está na antológica cena da primeira aparição nítida do “ser” que atormenta as duas crianças (Martin Stephens e Pamela Franklin, excepcionais) neste memorável filme. Elegante e bem estruturada, a produção é um excelente exemplar de suspense psicológico. Na  cena em questão, durante uma simples brincadeira de esconde-esconde para entreter as crianças, a governanta (Kerr) se depara com uma imagem assustadora, que, até então, só se manifestava em vultos, sombras e sons. Apesar de apavorada, a bela loira, fugindo dos clichês habituais dos filmes desse gênero, contém o grito para não assustar "os inocentes" e observa o homem se aproximar gradativamente. O filme nos trás uma história densa que expõe o amadurecimento precoce de duas crianças em virtude de forças sobrenaturais.





Em Os Inocentes, o romance libidinoso entre o caseiro e a professora não é mostrado, mas tão somente citado ao longo da história. O casal, após ter um caso intenso, lascivo e violento, morrem de forma trágica e misteriosa, deixando uma energia perturbadora no local. O mote principal está na chegada da elegante governanta (Kerr) e a constatação de que algo influenciava o comportamento inadequado de um casal de crianças.


O longa intensificou a parte fantasmagórica da história e atenuou a inocência da governanta. No livro, por exemplo, não temos certeza absoluta de que os espíritos do casal estavam mesmo assombrando as crianças, assim como o sutil flerte da Governanta com o tio das crianças não aparece, nem de forma sugestiva, no filme.

O filme foi um grande sucesso e criou um formato de tensão combinada com suavidade na narrativa que serviu de base para outros cineastas. Um exemplo de filme que seguiu essa linha é o quase cult "A Inocente Face do Terror" (The Other, 1972), uma produção que marcou época, mas que não teve a qualidade e a repercussão de Os Inocentes.

Boa oportunidade para se conferir mais uma perfeita atuação da elegante Deborah Kerr e sentir um pouco de medo sem ver cenas de sangue e gritarias.




Suspense, Sustos e Loiras Surpreendentes

Janet Leigh

O que as loiras acima têm em comum com a estrela Janet Leigh?

ATENÇÃO: ESTA POSTAGEM POSSUI SPOILERS SOBRE OS SEGUINTES FILMES:

“Psicose” (Psycho, USA, 1960), “Vestida Para Matar” (Dressed to Kill, USA, 1980), “Pânico” (Scream, USA, 1996), “O Ente Maldito” (The Ghol, UK, 1975), “A Hora do Pesadelo” (Nightmare on Elm Street, USA, 1984), “Sexta-Feira 13″ (Friday the 13th, USA, 1980 e “O Corte da Navalha” (Razorback, Australia, 1984).
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Além do fato de também serem (ou estarem) loiras e de terem atuado em bons filmes do cinema, elas foram apresentadas ao público como a (suposta) protagonista da produção, mas encerraram suas participações em pouco tempo da projeção, passando o bastão para outras atrizes.

O mestre do suspense Alfred Hitchcock foi o cineasta que mais brilhou nessa jogada de induzir o público a um enredo e chocar toda uma platéia ao eliminar a “protagonista” após alguns minutos do filme. A façanha foi apresentada no clássico “Psicose” (Psycho, USA, 1960) e serviu de inspiração para vários outros diretores. Neste filme, a tarefa de assumir o papel da mocinha da história ficou a cargo da não menos talentosa e também loira Vera Miles.




Ainda que as outras produções não tenham atingido a importância de "Psicose", a idéia, em alguns casos, foi até bem aplicada, conseguindo criar o inevitável incômodo no público.

Em questão de impacto, o que mais se aproximou do clássico de Hitchcock foi o filme de seu assumido discípulo Brian De Palma. Em “Vestida Para Matar” (Dressed to Kill, USA, 1980), o diretor fez alarde com a volta triunfal da estrela da série de TV Police Woman, a belíssima Angie Dickinson, prometendo cenas picantes com a recatada loira, da mesma maneira que o Mestre do Suspense fez com Leigh (embora com muito mais discrição). E não é que Brian De Palma fez o mesmo com a personagem da atriz? A substituição da heroína ficou a cargo da também loira Karen Allen.



Quando do lançamento do filme “Pânico” (Scream, USA, 1996), dirigido pelo renomado Wes Craven, os cartazes de divulgação nos fizeram pensar que a loirinha Drew Barrymore seria a protagonista do filme. Em entrevista de divulgação do longa, a jovem atriz (não sabemos se ingenuamente) jogou por terra toda uma jogada (sem trocadilho) de marketing ao dizer que não queria antecipar muito sobre as surpresas do filme, mas que ela estava se “sentindo uma Janeth Leigh, uma Angie Dickinson…”. Os cinéfilos entenderam o recado. Desta vez, a substituição da protagonista ficou a cargo da bela morena Neve Campbell.



Querendo copiar ou não o grande mestre, o filme inglês “O Ente Maldito” (The Ghol, UK, 1975) conseguiu a façanha de fazer o público acreditar e torcer para que a personagem Angela, interpretada pela sensual Veronica Carlson (loira, sexy e envolvente!!!), desvendasse o mistério da mansão gótica no meio de uma floresta. Entretanto, a “inocente” garota não sabia que estava prestes a ser eliminada numa cena inusitada. Nessa produção, a quase ruiva (quase sempre loira em outros filmes) Alexandra Bastedo (suave no início e completamente histérica ao final) fez a vez da mocinha substituta.

 


Falando de substituição de loiras por quase ruivas, o diretor Wes Craven (olha ele aqui de novo!!!) já havia feito essa mesma jogada antes de seu filme “Pânico”. Em “A Hora do Pesadelo” (Nightmare on Elm Street, USA, 1984), ele nos apresentou a linda Amanda Wyss como a garota que iria conduzir o público ao longo desse grande sucesso do cinema, mas o tenebroso Fred Kruegger (Robert Englund), talvez para já mostrar aos espectadores que não estava para brincadeiras, atacou a mocinha e mudou o rumo da história. A ruivinha Heather Langenkamp assumiu o jogo e partiu para o ataque (ou para fuga).



Sean S. Cunningham dirigiu a bonitinha Adrienne King em “Sexta-Feira 13″ (Friday the 13th, USA, 1980), a jovem ingênua que sobrevive ao massacre e que consegue liquidar a malévola Pamela Voorhees (Betsy Palmer). Risível e depreciado por alguns, é inegável que o filme se tornou um grande sucesso e suas continuações foram a prova de que a franquia fora (ou ainda é) promissora. A inevitável seqüência, que introduziu o assassino Jason Voorhees, anunciou que a loirinha sobrevivente do primeiro filme estaria de volta. Mas eis que a produção, dirigida por Steve Miner, resolveu dar um susto na platéia com a eliminação da gorota (King) logo na primeira cena da parte 2. A substituta loira, em papel muito parecido com o de Adrienne, foi Amy Steel.



Com “O Corte da Navalha” (Razorback, Austrália, 1984), o diretor Russell Mulcahy trouxe ao público um filme acima da média na proposta e na condução inicial do enredo, valorizado por uma fotografia muito bem cuidada. Já estávamos intrigados com a investigação sobre uma devassa mostrada logo no início do longa e acostumados à corajosa repórter Beth Winters, vivida com sobriedade pela charmosa Judy Morris (loira), quando algo monstruoso faz um estrago geral e nos deixa simplesmente atônitos. O ator Gregory Harrison, que faz o marido da personagem de Morris, assume o posto central do filme e vai ao local da tragédia para saber notícias de sua desaparecida esposa, recebendo a ajuda da loirinha da vez, a bonitinha Arkie Whiteley.


O Mestre do Suspense deixou seu legado e outros cineastas conseguiram fazer bons filmes com essa idéia de surpreender o público com a eliminação da protagonista, no entanto, até o momento, ninguém conseguiu superar a importância de Alfred Hitchcock no estilo suspense, tampouco desbancar a performance do ícone Janet Leigh.

sábado, 10 de setembro de 2011

Os Diretores entram em Cena


Richard Donner orienta (ou adverte) a linda atriz inglesa Susanna York, que interpretou Lara, nos sets de filmagem do clássico Superman O Filme (Superman The Movie, 1978)



Ron Perlman, Selma Blair e Doug Jones trocando ideias com o diretor Guillermo del Toro no set de Hellboy (idem, 2004).



James Cameron entra na água para melhor instruir Leonardo di Caprio e Kate Winslet, durante uma das várias cenas catástrofes do arrasa-quarteirão Titanic (idem, 1999).



Bryan Singer brinca com Tom Cruise e Carice van Houten durante um ensaio de Operação Valquíria (Valkyrie, 2008)



Sofia Coppola conversa com ao ator Bill Murray durante as filmagens de Encontros e Desencontros (Lost in Translation, 2003)



O diretor Mike Nichols diante da famosa cena de sedução entre Anne Bancroft e Dustin Hoffman, em A Primeira Noite de Um Homem (The Graduate, 1967).




Sam Mendes e Leonardo Di Caprio num intervalo das filmagens de Foi Apenas Um Sonho (Revolutionary Road, 2008)



Harrison Ford e Steven Spielberg no set de Os Caçadores da Arca Perdida (Raiders of the Lost Ark, 1981)



Harvey Keitel e Quentin Tarantino durante as filmagens de Cães de Aluguel (Reservoir Dogs, 1992)



Jack Nicholson e lendário Stanley Kubrick nos bastidores de O Iluminado (The Shining, 1980).




Peter Jackson e sua equipe instruem Sean Astin para a próxima cena no filme O Senhor dos Anéis (The Lord of The Rings, 2001).



Dois ícones do cinema: o ator Robert De Niro e o diretor Martin Scorsese durante as filmagens de Touro Indomável (Raging Bull, 1980)